Monte Roraima: Ao Gigante Roraima

Não contenho as pontas dos meus dedos quando vivo experiências muito ricas e transformadoras. Cá estou, desde que voltei do Monte Roraima, há mais de 15 dias, incansavelmente escrevendo sobre o assunto. A caixa de entrada dos meus companheiros de viagem já devem estar com alerta contra meu email =); também a dos meus amigos e família; fiz até um novo blog (aqui), já em projeto antes de ir ao Monte, que acelerei o lançamento só para poder colocar logo um post sobre a viagem; há texto meu na página da agência de viagem Roraima Adventures (aqui); fotos no facebook e meus colegas de trabalho perguntam “viu passarinho verde na viagem?”. Não, não era passarinho verde, era o Gigante Verde (Roro-imã, na língua de origem). Um gigante encantado.

Sim, um grande Gigante Verde encantado. O Monte Roraima não é só uma experiência para o corpo, muito exigido no trajeto que liga a comunidade de Parai-tepuy, na Venezuela, até o topo do Monte. São trechos de trekking e escalaminhada, como dizem, muito puxados que exigiram de mim um preparo assíduo de 6 meses, além de equipamento próprio para a atividade. A experiência é riquíssima principalmente para a mente. São lições muito fortes as recebidas pelo Roraima que modificam nossa vida.

Aqui, nesse especial, compartilharei com vocês parte do que vivi nesses emocionantes 8 dias que me deixaram, para sempre, em estado de contemplação. Fecho os olhos e consigo estar lá de novo. Uma magia sem fim.

4 comentários em “Monte Roraima: Ao Gigante Roraima

  1. Parabéns Paula!
    Quando nos encontramos, você disse que estava se preparando para isso!
    Bjs!

  2. Olá Paula,

    Estava mesmo curioso para ler seu relato sobre o Monte Roraima, mas deixei os dias se passarem para que a curiosidade aumentasse ainda mais.

    Percebi que esta aventura transformou-se em um divisor de águas em sua vida, e sei que a experiência de sentir-se livre como um Bisão selvagem nos campos Babilônicos, e ao mesmo tempo, amparada pela pela força mistica da mãe natureza, que caladamente vai respondendo todas as perguntas e curiosidades é algo revigorador. Parabéns pela experiência vivida, e pela habilidade em descrever esse relato de maneira transparente, o que lhe trás como recompensa, a certeza de fazer entender aos seus leitores, que natureza e vida caminham de forma harmônica.

    • César, se eu pudesse, voltaria lá hoje mesmo. Sim, você está certo, caminhamos juntos com a natureza, precisamos tanto dela, e lá em cima temos a nítida conclusão de que a natureza se vira muito bem sem nós. Grande abraço, em breve estarei em sua terrinha.

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